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Você já se perguntou se a área em que trabalha — ou pretende entrar — vai estar entre as mais aquecidas do mercado nos próximos anos? Para quem atua ou quer atuar com tecnologia, a resposta dos principais levantamentos de carreira é praticamente unânime.
Rankings recentes como o Empregos em Alta do LinkedIn, o estudo do Observatório Nacional da Indústria (ONI/CNI) e relatórios internacionais de mercado apontam a mesma direção: cibersegurança, ciência de dados, engenharia de IA e desenvolvimento de software estão entre as áreas que mais crescem no Brasil para 2026.
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ToggleO levantamento anual do LinkedIn mapeou os 25 cargos com crescimento mais acelerado no mercado brasileiro, usando dados de milhões de vagas ocupadas na plataforma entre janeiro de 2023 e julho de 2025. O cargo de engenheiro de Inteligência Artificial liderou o ranking, com destaque também para cientista de dados e especialista em cibersegurança entre as posições tecnológicas em alta (LinkedIn revela os empregos em alta para 2026).
Do lado da indústria, o Observatório Nacional da Indústria, ligado à CNI, publicou um estudo prospectivo mapeando ocupações que ganharão relevância entre 2026 e 2035. O levantamento aponta o técnico em cibersegurança industrial como uma ocupação que deve ser procurada por pelo menos 25% das empresas industriais brasileiras nos próximos cinco anos.
Esse movimento não é modismo passageiro. Alguns fatores explicam por que tecnologia e dados concentram tantas oportunidades:
Um estudo internacional recente ajuda a dimensionar esse salto: as vagas que exigem competências em inteligência artificial e dados quadruplicaram em apenas três anos, entre 2021 e 2024, segundo o PwC Global AI Jobs Barometer, um dos estudos mais citados sobre o impacto da IA no mercado de trabalho global.
Reunindo os principais rankings, quatro frentes se destacam:
O Guia Salarial 2026 da Robert Half reforça esse recorte: as áreas com maior número de vagas previstas em TI para o próximo ano são Segurança da Informação, Redes e Infraestrutura e Desenvolvimento de Software e Aplicações.

Entre as quatro áreas, a cibersegurança concentra o cenário mais crítico de escassez. O Brasil precisa de aproximadamente 750 mil especialistas em cibersegurança para suprir a demanda atual, enquanto o déficit global ultrapassa 4,8 milhões de profissionais, segundo o ISC².
Na prática, isso significa vagas abertas por meses, salários mais altos para quem tem certificação e espaço real para quem migra de outras áreas de TI. O mesmo padrão aparece em dados: a demanda por profissionais de dados cresceu de forma expressiva nos últimos anos, com salário médio de cientista de dados em torno de R$ 11.371 mensais e crescimento real de 11,8% ao ano acima da inflação, segundo o State of Data Brazil (Data Hackers + Bain).
Se você já trabalha com programação, suporte, infraestrutura ou dados, esse cenário muda uma pergunta importante: não é mais “devo entrar em tecnologia”, e sim “em qual frente devo me aprofundar agora”.
Para quem está começando, os caminhos mais sólidos seguem sendo as graduações que sustentam toda a base técnica do mercado — como Gestão da Tecnologia da Informação, Análise e Desenvolvimento de Sistemas EaD eCiência Da Computação EaD, oferecidas pela UNIFACVEST na modalidade EAD.
Já para quem está no mercado e sente que falta uma especialização de peso no currículo, o caminho é diferente: aprofundar-se em uma frente específica — como segurança, dados ou arquitetura de sistemas — costuma pesar mais na hora da promoção ou da troca de emprego do que uma segunda graduação. Vale consultar o catálogo de pós-graduação EAD da UNIFACVEST para verificar as especializações disponíveis na sua área.
O mercado de TI no Brasil segue sustentando esse movimento: o setor cresceu 18,5% em 2025, superando a média global, e a expectativa para 2026 é de uma expansão em torno de 16%. Ou seja, o crescimento não é só nos rankings — ele aparece também no faturamento e na abertura de vagas.
Cibersegurança, ciência de dados, engenharia de IA e desenvolvimento de software lideram os principais rankings, incluindo o levantamento do LinkedIn e o estudo do ONI/CNI.
Sim, na maioria dos casos. Cursos como Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Ciência da Computação e Segurança Cibernética formam a base técnica exigida pelo mercado, mesmo para quem pretende se especializar depois.
Sim. O déficit de profissionais é um dos maiores do setor, o que abre espaço para quem já tem base técnica em TI e busca se especializar.
Sim, mas o perfil está mudando: quem se especializa em IA, machine learning ou engenharia de dados tende a acessar as faixas salariais mais altas.